Escolhendo um Plano de Saúde: com ou sem Coparticipação?

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Como já dissemos antes, a escolha do plano de saúde ideal passa por alguns fatores, sempre particulares a cada indivíduo, família ou empresa. Um deles é a coparticipação.

Existem duas opções oferecidas pelas operadoras: com e sem coparticipação. A seguir, vamos falar um pouco sobre elas para te ajudar na sua decisão.

 

Nesse texto vamos falar de:

Mas, o que é coparticipação?

E como funciona na prática?

E qual a vantagem de um plano com coparticipação?

Então… Qual opção escolher?

É possível alterar o tipo do plano?

 

Mas, o que é coparticipação?

A coparticipação é um valor pago pelo beneficiário por procedimentos realizados através do plano, como consultas, exames e internações. Ou seja, em um plano com coparticipação, além da mensalidade fixa, há também o pagamento adicional relativo aos serviços utilizados durante o mês. Na opção sem coparticipação, o custo mensal já engloba todas as despesas do paciente.

 

E como funciona na prática?

Algumas operadoras cobram uma taxa fixa para cada tipo de procedimento, enquanto outras cobram um percentual sobre o valor pago por elas ao prestador de serviço. Esse percentual, por lei, não pode ultrapassar 40%, sendo a alíquota mais comum no mercado a de 30%.

Entretanto, há algumas regras padrão que devem ser seguidas por todos os planos de saúde:

 

  1. Limite de Cobrança

A coparticipação cobrada do beneficiário em um mês não pode ultrapassar o valor da própria mensalidade em si. Na mesma proporção, ao longo de um ano não é permitido que se ultrapasse o valor de 12 mensalidades.

Vale ressaltar que algumas operadoras podem optar por estabelecer um limite mensal até menor que esse exigido por lei.

Outro ponto importante é que para atendimentos em pronto socorro ou durante internação, deverá ser aplicado valor monetário fixo e único, contemplando todos os serviços.

 

  1. Procedimentos Isentos

Além dos limites máximos discriminados acima, a ANS também proibiu a cobrança de coparticipação em mais de 250 procedimentos, como exames preventivos, tratamento de doenças crônicas e exames de pré-natal e neonatal. Alguns deles são:

– 4 consultas por ano com médico generalista;

– exames de triagem neonatal (teste do pezinho, teste da orelhinha);

– exames de pré-natal (pelo menos 3 exames de ultrassonografia, consultas);

– exames preventivos (teste de HIV e sífilis, mamografia).

– tratamentos crônicos (hemodiálise, quimioterapia);

Também é proibida a cobrança diferenciada de coparticipação por tipo de doença ou patologia.

 

E qual a vantagem de um plano com coparticipação?

Se você chegou até aqui, deve estar imaginando por que alguém em sã consciência escolheria um plano com coparticipação, não é mesmo? Pois bem, agora falaremos a principal vantagem dele. As mensalidades de planos com coparticipação são significativamente mais baratas que aqueles sem coparticipação! Consequentemente, ao longo do tempo, com os reajustes anuais, a economia se torna cada vez mais impactante.

 

Então… Qual opção escolher?

Para ajudar nessa escolha, vamos dividir em dois grupos com perfis bem diferentes:

 

  1. Perfil Familiar

De modo geral, os planos com coparticipação são indicados para aquelas pessoas que não possuem uma doença pré-existente ou que fazem poucas consultas e exames no ano. Não costumam ser indicados, por exemplo, para pessoas idosas, que normalmente demandam mais atenção e maior frequência de consultas e exames.

Com um bom planejamento financeiro, é possível traçar um histórico pessoal e familiar de consultas e exames e colocar tudo na ponta do lápis, sabendo assim com mais precisão se haverá economia de fato ou não. Sua corretora certamente poderá lhe ajudar com isso.

 

  1. Perfil Corporativo

A maioria das empresas costuma contratar planos com coparticipação quando os oferece aos seus funcionários, arcando com a mensalidade fixa (integralmente ou não) enquanto eles pagam pelas despesas coparticipativas, através de desconto em folha. Essa lógica é especialmente seguida pelas companhias com mais de 30 funcionários, em virtude dos reajustes anuais, calculados de acordo com a utilização do plano ao longo do ano. É natural que ao arcar com parte dos procedimentos realizados, os beneficiários tenham mais cautela e pensem melhor antes de fazer consultas e exames. Isso faz com que a sinistralidade do plano seja menor, propiciando reajustes mais brandos e facilitando a manutenção do benefício por parte da empresa.

Entretanto, há aquelas empresas que dispõem de orçamento, entendem a importância de facilitar ao máximo o acesso à saúde por parte dos seus colaboradores e decidem pagar integralmente pelo plano, sem coparticipação.

Por fim, é também possível que a empresa contrate um plano sem coparticipação, mas ainda assim desconte um percentual da mensalidade em folha. Dependendo do perfil do quadro de funcionários da empresa, essa pode ser uma ótima escolha.

 

É possível alterar o tipo do plano?

Sim, a maioria das operadoras permite essa alteração, mas as condições para isso variam entre elas. Assim, é recomendável que entre em contato com a sua corretora para dirimir todas as dúvidas e ficar sempre tranquilo.

 

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Conteúdos

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